|
Agrolivre
Extras
Apoio
Governo Federal
|
Notícias
Enviado por
nadir
em
14/06/2007 17:18:46
( 4544 leituras)
Os softwares livres Embrapec – Modelo Bioeconômico de Pecuária de Corte e OpenFarm, sistema integrado para administração de fazendas agrícolas, estão disponíveis na AgroLivre (Rede de Software Livre para Agropecuária), mantida pela Embrapa Informática Agropecuária (Campinas, SP), unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
O Embrapec é um sistema que permite ao usuário fazer um estudo da viabilidade econômica da propriedade pecuária ao longo do tempo, até 20 anos. Por meio de 370 parâmetros, como tamanho da propriedade, número e idade de animais e quantidade de funcionários, por exemplo, o programa gera 23 relatórios que avaliam a viabilidade econômica atual e futura da propriedade.
Esses parâmetros estão divididos em cinco grupos: estrutura física; estratégias e tomadas de decisão; índices de desempenho e manejo do rebanho; suporte das pastagens e preços, custos e taxas. Outra opção do sistema é simular o impacto econômico gerado por mudanças feitas na propriedade, como a compra de mais espaço físico, de animais ou a contratação de funcionários.
Um dos desenvolvedores do sistema e pesquisador aposentado da Embrapa Gado de Corte (Campo Grande), Ivo Martins Cezar, afirma que o Embrapec é muito útil para agricultores, já que o sistema facilita o planejamento da propriedade rural. “Este software representa uma fazenda de pecuária de corte e com ele é possível simular impactos econômicos para a tomada de decisão.”
O Embrapec foi desenvolvido pela Embrapa Gado de Corte, responsável pelo modelo de simulação, em parceria com a Embrapa Informática Agropecuária, que projetou e desenvolveu essa nova versão do software com tecnologias livres e multiplataforma.
O programa OpenFarm busca auxiliar no gerenciamento financeiro de propriedades rurais, por meio do controle de ganhos e gastos do produtor rural. O sistema permite ao usuário calcular, entre outros, seus gastos com insumos agrícolas, pagamento de funcionários, água e energia elétrica.
A partir desses dados, o software elabora relatórios para que o produtor avalie os custos da produção em relação ao quanto ele vende. Assim, é possível saber qual o impacto dos gastos com água, em um determinado mês, por exemplo, no custo de produção daquele período. O programa faz, ainda, uma análise mensal ou anual de rendimento da produção.
De acordo com o administrador do OpenFarm, Matheus Santana Lima, a utilização do software é simples e as telas do programa são bastante claras e objetivas. Lima afirma que a diponibilização do sistema na AgroLivre permite que o software torne-se mais conhecido pelos produtores e pode, ainda, atrair investimentos de pessoas interessadas em contribuir com a evolução do programa. “O uso de tecnologia em propriedades rurais é muito importante para que os agricultores possam administrar melhor seu negócio e otimizar sua produção”, garante.
Para a coordenadora da Rede AgroLivre e pesquisadora da Embrapa Informática Agropecuária Sônia Ternes, ferramentas como o OpenFarm são importantes para que o produtor saiba quanto e em que investir. “Ele precisa gerenciar seu negócio de forma que consiga obter lucro que, depois, pode ser aplicado na própria fazenda”, sugere.
Os softwares OpenFarm e Embrapec estão hospedados no repositório de software livre mantido pela Embrapa Informática Agropecuária. O acesso é gratuito e pode ser feito no endereço http://repositorio.agrolivre.gov.br.
Nadir Rodrigues Pereira (MTb/SP 26.948) Contatos: (19) 3789-5747 - nadir@cnptia.embrapa.br Embrapa Informática Agropecuária Colaboração: Patrícia Cândida Lopes
Enviado por
nadir
em
18/05/2007 18:21:07
( 1877 leituras)
A Embrapa Gado de Corte (Campo Grande) lançou o software Embrapec – Modelo Bioeconômico de Pecuária de Corte, ferramenta que auxilia o planejamento e a tomada de decisões em sistemas de produção de gado de corte ao longo do tempo (até 20 anos), considerando seus aspectos estruturais, biológicos e econômicos.
O Embrapec simula o desenvolvimento de propriedades que utilizam o sistema de produção completo cria-recria-engorda, cria-recria ou somente cria. A estrutura física da propriedade é incorporada pelo software, que permite ao usuário combinar ou não a atividade pecuária com culturas de verão, processos de formação e/ou recuperação de pastagens e ainda possibilita a simulação de financiamento para investimentos e custeio da lavoura.
A estrutura do software, desenvolvido em parceria com a Embrapa Informática Agropecuária (Campinas, SP) permite simular sistemas de produção isolados e independentes, mas o diferencial é a possibilidade de testar alternativas a partir de um sistema já existente podendo o usuário avaliar os impactos dessas mudanças sem correr riscos.
O Embrapec desenvolve a simulação a partir de 370 variáveis, classificadas em cinco grupos: estrutura física; estratégias e tomadas de decisão; índices, desempenhos e manejo do rebanho; suporte das pastagens e preços, custos e taxas. A partir dessas variáveis são gerados 23 relatórios que permitem acompanhar, avaliar e comparar a evolução e os impactos físico, biológico e econômico dos sistemas.
O software é destinado a pequenos e grandes produtores, agentes de planejamento e de assistência técnica, instituições de pesquisa e desenvolvimento, de ensino e de política setorial. O código-fonte será distribuído gratuitamente para desenvolvedores de programa sob a licença CC-GNU GPL, depositado na Rede AgroLivre (www.agrolivre.gov.br).
Após o lançamento, o aplicativo, acompanhado do Manual de Usuário, poderá ser adquirido ao preço de R$ 75,00 (setenta e cinco reais) pelo site www.livrariaespiral.com.br , e-mail: livraria@cnpgc.embrapa.br e pelo telefone: (67) 3368.2083.
Assessoria de Comunicação Social da Embrapa.
Enviado por
nadir
em
10/05/2007 18:12:03
( 1419 leituras)
Implantação dos softwares livres na Embrapa já mostra os primeiros resultados
R$ 5.938 milhões. Esse foi o valor que a Embrapa já economizou desde que aderiu aos softwares livres. A estimativa é que até a implantação total a Empresa economize mais R$ 18.784 milhões. Desde o início da década de 1990, a Embrapa usa software livre em seus servidores. Mas só em 2003 começou a introduzi-lo na estrutura de Tecnologia da Informação. A medida foi tomada depois do decreto do Governo Federal, de 29 de outubro de 2003, que decidiu entre as diretrizes e princípios para gestão de Tecnologia da Informação a utilização de softwares livres como opção estratégica e preferencial, nos casos em que possa substituir o software proprietário.
Nos últimos dois anos, a Empresa começou a usar alguns produtos, como o leitor de correio eletrônico Mozilla Thunderbird, o navegador Mozila Firefox, a suíte de escritório BrOffice (OpenOffice), o Servidor de Impressora, a Agenda Virtual e o Cacic (sistema que faz o inventário de hardware e software). Até o momento, já foram treinadas na Sede da Embrapa (Brasília – DF) 847 pessoas, entre empregados, colaboradores e estagiários. Segundo a responsável pela implantação de software livre na Sede, Sônia Martins Leite, em 2007 serão atualizadas as versões nas máquinas das primeiras turmas treinadas. “Para este ano, estamos com projeto de inclusão digital, que será oferecido junto com a utilização dos produtos e do sistema operacional Linux”, explica.
No Departamento de Tecnologia da informação (DTI), 95% das máquinas utilizam sistema operacional Linux, inclusive as máquinas dos técnicos que realizam atendimento aos usuários do Windows. Os sistemas de abertura de Ordens de Serviços (RT), o sistema de acesso remoto que o DTI usa para fazer help desk e a intranet foram desenvolvidos em software livre. (Fonte: Folha da Embrapa)
Enviado por
nadir
em
12/04/2007 10:21:35
( 1546 leituras)
“Software Livre. A tecnologia que liberta” é o tema do 8º Fórum Internacional de Software Livre, que tem início nesta quinta-feira (12) em Porto Alegre. O objetivo do evento é apresentar estudos que buscam fortalecer o crescimento dessa tecnologia.
A analista Cássia Isabel Costa Mendes, da Embrapa Informática Agropecuária (Campinas, SP), unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, apresenta a palestra “Software Livre e Inovação Tecnológica: uma análise sob a perspectiva da propriedade intelectual” e aborda os aspectos econômicos e legais da produção de software livre e a experiência da Embrapa.
Também participam do evento os pesquisadores da unidade Marcos Cezar Visoli e Sônia Ternes, coordenadores do projeto Rede AgroLivre, que visa a implantação de software livre na empresa, em parceria com o Departamento de Tecnologia da Informação, e a disseminação da tecnologia no setor agropecuário.
O fórum acontece até 14 de abril, das 10 às 22 horas, no Centro de Eventos da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERG). Ainda serão discutidos os impactos do software livre na produção cultural e no comércio legal nas diversas comunidades e nos países onde são desenvolvidos. Mais informações estão disponíveis no site http://fisl.softwarelivre.org
Texto: Nadir Rodrigues Pereira (MTb/SP 26.948) Contatos: (19) 3789-5747- nadir@cnptia.embrapa.br Embrapa Informática Agropecuária Colaboração: Erika Marinho Gomes
Enviado por
nadir
em
28/03/2007 13:40:17
( 1565 leituras)
O Comitê de Democratização da Informática de Campinas (CDI Campinas) promoveu terça-feira (27), no Centro de Convenções da Unicamp, o 3° Simpósio Regional de Inclusão Digital. Assim como nas outras edições, o fórum teve como objetivo ampliar o debate sobre inclusão digital. Para Carlos Abras, gerente de desenvolvimento institucional do CDI, o simpósio sempre apresenta temas relevantes da pauta nacional. “Através de pesquisa e consultas, identificamos como temas do momento o software livre, o software proprietário e a questão da governança na internet. Isso balizou a construção dos painéis que foram apresentados nesse 3° Simpósio”, afirmou Abras. O evento teve apoio da Coordenadoria de Desenvolvimento Cultural (CDC) da Unicamp, órgão da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (Preac) e da Prefeitura Municipal de Campinas.
O gerente explicou que no caso do painel sobre software livre e do software proprietário, a idéia não é colocar um contra o outro. A idéia é enxergar quais as instâncias jurídicas, morais e de valores permeiam os softwares. É preciso também acabar com o paradigma de que os dois são apenas modelos de negócios. “Temos que tirar um pouco desse romantismo que existe no software livre e acabar em parte com a demonização feita sobre o software proprietário", ressaltou. O segundo painel, que tratou sobre a governança na internet, abordou questões como direitos humanos na rede e pedofilia, direito proprietário e o dono da internet.
Para finalizar, o terceiro painel apresentou os programas que estão sendo realizados na região de Campinas. “Temos dois programas. O CDI, que é regional, destaca-se por atuar em vários públicos e, conseqüentemente, com projetos diferentes, voltados para portadores de necessidades especiais, população carcerária, famílias e crianças. Além disso, tem também o programa jovem.com, que é um parceiro da CDI”, comentou Abras.
Para ele, houve uma evolução significativa desde o primeiro simpósio, principalmente por parte do público cujo perfil está mais voltado para representantes da universidade, representantes de empresas, representantes da área técnica e da área pedagógica. Outro ponto citado por Abras é com relação à cultura do evento. “Já virou uma agenda”, finalizou.
Jeverson Barbieri Assessoria de Imprensa da Unicamp
|
Notícias recentes
|